
A turnê “80 Girassóis” do cantor e compositor pernambucano Alceu Valença passou por Belém há um mês, deixando marcas indeléveis na memória dos espectadores. Nesta quarta-feira, dia 1º de novembro, o artista completa oitenta anos, e o público paraense teve a chance de celebrar antecipadamente com um show memorável no Hangar, realizado na noite de 30 de maio de 2026. O evento foi um presente especial para os fãs que acompanharam de perto a performance do ícone da música brasileira.
Entre os presentes, a servidora pública Maria Stela Veras compartilhou sua emoção ao assistir Alceu Valença ao vivo pela primeira vez. Influenciada pela cultura nordestina de seus pais, ela viveu a expectativa do show intensamente. Após garantir seu ingresso, teve a sorte de receber um lugar melhor por conta de um imprevisto de um casal que não pode comparecer. “Filmei praticamente todas as músicas que ele cantou”, revelou Maria, que cresceu em um ambiente repleto de música e poesia.
A longevidade da obra de Alceu Valença é um tema recorrente entre os fãs. Maria Stela destacou como as canções, como “La Belle de Jour”, ganharam novos significados ao longo dos anos, tornando-se parte de momentos especiais em sua família. Para a empresária Ana Carolina Cruz, cada apresentação do cantor é uma oportunidade única. Ela contou que a música “Morena Tropicana” carrega uma importância emocional significativa, a ponto de ter sido eternizada em uma tatuagem. Ana Carolina expressou a energia renovadora que os shows de Alceu trazem, especialmente ao conectar suas vivências de juventude com a nova perspectiva de maternidade.
A radialista Lourdinha Bezerra, que já assistiu a pelo menos seis shows de Alceu ao longo das décadas, afirmou que cada apresentação é uma viagem no tempo. Sua primeira experiência foi nos anos 80, em Olinda, e desde então, ela percebe que “a música não envelhece, prevalece”. Sobre o show em Belém, Lourdinha destacou a mistura de ritmos como baião, maracatu e frevo, ressaltando a energia vibrante que Alceu transmite ao público. Para o defensor público Carlos Eduardo Silva, também presente no evento, a apresentação foi uma oportunidade de revisitar suas raízes pernambucanas, repleta de referências à cultura popular.
Fonte: oliberal.com
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