
A instalação Floresta de Luz</, inspirada na região de Carajás, no Pará, será um dos grandes destaques da Vale durante o Rock in Rio Brasil 2026. O evento ocorrerá nesta sexta-feira, 11, e nos próximos sábado e domingo, 12 e 13 de setembro, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro. A proposta é oferecer uma travessia até o espetáculo ECCO by LightWire, transformando referências da fauna e flora brasileiras em uma experiência digital que interage com o público.
O processo criativo da instalação começou com uma imersão da equipe do Instituto Megadiverso em Carajás, que incluiu visitas ao BioParque Vale Amazônia e um sobrevoo pela região. Durante essa visita, foram coletadas fotografias, sons e outros registros que fundamentaram a curadoria da instalação. Entre as espécies representadas estão a onça-pintada, a anta, o macaco-aranha-preto e as araras, além de curiosidades como as imagens das onças-pintadas Xingu e Marília Mendonça, utilizadas como referência para as representações digitais.
A Floresta de Luz é dirigida artisticamente por Laura Rago, com direção executiva de Marina Piquet e criação dos artistas Dimitre Lima e Gabriela Castro. A instalação utiliza arte generativa para movimentar dois milhões de partículas em 130 m² de painéis de LED, desenvolvida com a ferramenta de programação Braid e WebGPU. Ao entrar na instalação, o visitante tem sua imagem capturada e integrada à paisagem, simbolizando a conexão entre humanos e natureza.
Além de ser uma introdução ao espetáculo ECCO, a Floresta de Luz reflete a relação intrínseca entre todos os elementos da natureza, como rios e florestas, que estão em constante transformação. O ECCO, com 20 minutos de duração, ocupará uma arena de 780 m² e reunirá mais de 12 toneladas de equipamentos tecnológicos, onde bailarinos interagirão com superfícies digitais e efeitos cênicos. “Amazônia está no centro da narrativa que levamos ao Rock in Rio”, afirma Leandro Modé, diretor de Comunicação e Marca da Vale.
O estande da Vale também reforça a conexão com o Pará, apresentando uma estrutura em formato de vitória-régia, que oferece uma experiência sensorial com imagens, sons e texturas inspiradas na Amazônia e na Mata Atlântica. Ao final da visita, o público poderá receber uma clutch com estampa criada pela artista visual paraense Renata Segtowick, que traz elementos da fauna e flora amazônica. A proposta visa criar novas formas de aproximar o público da diversidade da floresta e das culturas que a habitam.
Fonte: oliberal.com
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