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Dona Onete (re)encontra suas raízes afro-indígenas no show ‘Quatro Contas’ no Psica 2025

O carimbé tem origens negras e indígenas e conta a vida de quem vive nessa região, incluindo ribeirinhos e cidadãos de núcleos urbanos. Por isso, nada mais natural e ancestral do que a rainha do carimbé, chamada a cantora e compositora Dona Onete, filha de Cachoeira do Arari, em pleno Marajó, no norte do Pará, fazer um show para virar audiovisual sobre suas raízes afro-indígenas. E isso vai se tornar realidade em dezembro durante o Festival Psica em Belém, inclusive com música inédita da artista.

Aos 81 anos e com a vitalidade de sempre, a cantora mostrará ao público composições e vai passear por novos sons, sem deixar de lado o carimbé, sua marca na música paraense. Sobre essa nova atração em sua trajetória artística, Dona Onete conversou com a Reportagem do Grupo Liberal na terça-feira, dia de apresentação do line-up do Psica. Ela conta que já havia sido convidada para o Psica, mas nunca dava certo por causa de compromissos, mas agora chegou a vez.

“A gente está querendo levar um show ‘Quatro Contas: Live in Psica’, fazendo uma mudança na minha história. Então, eu vou mostrar outras coisas que o público precisa saber”, diz a Diva. “Vou cantar ‘Quatro Contas’ em homenagem às caboclas encantadas da Amazônia e nessa ‘Quatro Contas’ eu vou colocar música da nossa proteção religiosa que não é candomblé, batuque mesmo, Mina Nagô, religião afro-brasileira. Vou continuar cantando banguê, coisa que dos nossos velhinhos lá do interior de Igarapé-Miri, Mocajuba, Cametá. Banguê que há mais de 100 anos já existe, isso. Só eu tenho mais de 80 e já havia quando eu comecei a.”

Fonte: oliberal.com

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