
A plataforma Kick tem enfrentado uma onda de críticas nas redes sociais, especialmente após o polêmico episódio envolvendo o streamer GH e o ator João Victor Gonçalves. A controvérsia gira em torno dos tipos de conteúdo que são permitidos nas transmissões ao vivo da plataforma. Usuários expressam preocupações sobre os limites do que pode ser considerado entretenimento.
Lançada em 2022, a Kick se posiciona como uma concorrente da Twitch no setor de transmissões ao vivo, oferecendo uma variedade de conteúdos que incluem partidas de jogos e bate-papos em tempo real. No entanto, a recente situação levantou questionamentos sobre a responsabilidade da plataforma em moderar o que é exibido durante as transmissões.
Além disso, muitos usuários notaram que o perfil de GH não estava mais acessível na Kick após a transmissão em que ele hostilizou o ator. Ao tentar acessar a página, os visitantes se deparavam com a mensagem: “Ops, algo deu errado. Não encontramos a página que você procura”. Essa ausência gerou ainda mais especulações sobre as consequências do incidente.
A polêmica ganhou contornos políticos quando a deputada Erika Hilton (PSol) decidiu acionar o Ministério Público do Rio de Janeiro. Ela solicitou a investigação dos streamers envolvidos e da plataforma Kick, questionando se o episódio poderia realmente ser considerado entretenimento. Hilton declarou: “Gravar uma pessoa na rua, sem mais nem menos, submetê-la ao deboche e ofensas de teor homofóbico e transmitir tudo isso ao vivo não é entretenimento”.
Fonte: alfinetei.com.br
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