
Com mais de quatro décadas de trajetória artística, Claudia Ohana se destaca como uma das atrizes mais versáteis e duradouras da cena cultural brasileira. A artista possui uma vasta gama de trabalhos na televisão, cinema, teatro e música, sendo lembrada por personagens marcantes como a roqueira Natasha, de “Vamp”, a jovem Tieta, da novela homônima, e a vilã Isabela, de “A Próxima Vítima”. Para Ohana, cada um desses papéis representou uma fase importante de sua vida e carreira.
“É difícil escolher uma só, porque cada personagem marcou uma fase muito importante da minha vida e da minha carreira”, afirma Claudia. A atriz destaca a relevância de Natasha, que se tornou um fenômeno e ainda é lembrada com carinho pelo público, assim como Tieta, que continua a ressoar na memória coletiva. Recentemente, Claudia também se orgulha de interpretar a madura Dora na novela “Vai na Fé”, uma personagem que exigiu uma interpretação mais profunda.
A estreia de Claudia Ohana no cinema ocorreu em 1979, no filme “Amor e Traição”. Desde então, sua carreira tem sido marcada por uma atuação constante em diversas produções. No primeiro semestre de 2026, ela finalizou as gravações de “A Grande Virada”, dirigido por Halder Gomes, no qual interpreta uma dominatrix. O filme conta com um elenco que inclui nomes como Fernando Caruso e Silvero Pereira, e é uma coprodução da Buena Vista International, selo da Disney.
Além de sua atuação no cinema, Claudia estreou este ano no musical “Festa no Arraial”, uma adaptação de “Sonho de uma Noite de Verão”, de William Shakespeare. Dirigido por Thereza Falcão, o espetáculo, que será apresentado no Teatro Frei Caneca até 16 de agosto antes de seguir para o Rio de Janeiro, traz uma vilã cômica interpretada pela atriz. “Está sendo uma delícia. A minha personagem é uma vilã cômica, então existe um equilíbrio muito divertido entre o exagero da comédia e a verdade da interpretação”, comenta Claudia, ressaltando a importância do envolvimento com o público.
Claudia Ohana continua a expandir sua carreira com diversidade e criatividade, integrando música e interpretação de maneira fluida. A atriz acredita que a exigência técnica e emocional de um musical é única e que interpretar, dançar e cantar simultaneamente é o que sempre sonhou. “Isso exige muita dedicação, compromisso e disciplina”, conclui, ressaltando que, durante os ensaios, prefere se resguardar para cuidar de seu corpo, que se tornou seu principal instrumento de trabalho.
Fonte: oliberal.com
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