
O inquérito da Polícia Civil da Paraíba, concluído na segunda-feira (10/11), não resultará em acusações judiciais contra o padre Danilo César de Sousa Bezerra, da diocese de Campina Grande (PB). Ele foi acusado pela Associação Cultural de Umbanda, Candomblé e Jurema Mãe Anália Maria de Souza por incitação ao racismo e intolerância religiosa devido a declarações que fez a respeito da morte de Preta Gil, filha do cantor Gilberto Gil.
Segundo o portal G1, depois de ouvir as testemunhas, a polícia entendeu que a conduta do padre não se enquadra em crime previsto por lei. A fala do padre Danilo sobre a cantora foi na missa do domingo 27 de julho, na paróquia São José, em Areial (PB).
Ele fez referência às crenças da artista, ligadas a religiões afro-brasileiras, dizendo: “Ah padre, eu peço saúde, mas não alcanço saúde. Porque Deus sabe o que faz, meu filho. Se for para você morrer, vai morrer, e Deus sabe que a morte é o melhor para você. É difícil a gente entender isso”.
Depois, ele mencionou diretamente a morte da cantora: “Qual é o nome do pai de Preta Gil? Gilberto Gil fez uma oração aos orixás, cadê o poder dos orixás que não ressuscitou a Preta Gil. Está lá, já enterraram”.
Fonte: alfinetei.com.br
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