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Rock Doido vira febre e projeta de vez a música da periferia de Belém

Chega o fim de semana e pronto, hora de curtir um Rock Doido em alguma festa em Belém, dançar com uma pessoa interessante ao som de uma batida acelerada e deixar a mente e o corpo fluírem no alto astral do momento. Esse programa é de muita gente na Grande Belém e em outras regiões do Estado do Pará. A música paraense sempre inovadora, como mostra a produção cultural dos bairros da periferia de Belém, e então esta é a hora e vez do Rock Doido, movimento cultural que engloba estilo musical reunindo vários ritmos com uma batida eletrizante que mexe com a plateia nas noites da Amazônia.

O sucesso do Rock Doido é tanto que a cantora Gaby Amarantos acaba de lançar um álbum e um filme homônimos. Essa evolução do Tecnobrega e Brega começou a se formar em mediante a transição de bandas tradicionais para DJs e cantores. O DJ Vicctor Rock Doido tem uma relação direta com esse movimento cultural. O Brega se dividiu em várias vertentes: bregas do passado, bregas marcantes, Tecnobrega e o Tecnobrega estendeu para o Rock Doido, que a batida do Brega mais rápida, misturando Funk Proibidão e outras batidas mais rápidas.

O Rock Doido, como diz Vicctor, tomou mais força depois que criamos o aplicativo Rock Doido no período da pandemia da Covid-19, que começou a concentrar todo conteúdo da cultura musical paraense: Brega, Brega passado marcante, Rock Doido, etc. A vertente Rock Doido hoje, na grande maioria, é tomada por DJs que pegam o Tecnobrega comum e mixam, detalha Vicctor. A receptividade estrondosa do estilo musical é explicável, por ser uma vertente mais animada, com batidas mais rápidas, herdando.

Fonte: oliberal.com

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