
Em Ancona, Itália, um homem de 64 anos foi encontrado em sua cama com uma flecha de besta atravessando seu crânio, da testa à nuca. O paciente permaneceu nessa situação por dois dias, sem se alimentar ou beber, até ser descoberto pela polícia. Por razões ainda desconhecidas, o homem disparou a flecha a curta distância.
O italiano, conhecido por seu fascínio por bestas, foi encontrado após um parente preocupado acionar os serviços de emergência. Ao chegarem à residência, os policiais tiveram que arrombar a porta e se depararam com o homem consciente, porém incoerente.
“Nunca vi algo assim! Um milímetro a mais e o paciente teria morrido instantaneamente”, declarou Maurizio Iacoangeli, chefe de Neurocirurgia do hospital Torrette em Ancona, ao jornal Corriere Della Sera. “Ele teve muita sorte”, acrescentou.
Um fator crucial para o sucesso da intervenção médica foi o material da flecha, feita de carbono. Isso permitiu que os médicos realizassem uma tomografia computadorizada, um exame essencial para planejar a cirurgia que salvou a vida do paciente. “Não se trata apenas de remover a flecha, mas de fazê-lo sem causar sangramento massivo. A flecha age como um tampão. Se você a remove, corre o risco de hemorragia”, explicou o Dr. Iacoangeli ao mesmo veículo.
Fonte: alfinetei.com.br
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