Festival Psica 2025 abre programação no Mangueirão com rap, brega, pop nacional e tecno paraense

A primeira noite do Festival Psica levou uma multidão ao Estádio Mangueirão neste sábado e reuniu alguns dos momentos mais marcantes da edição. Do rap nacional ao brega paraense, passando pelo pop contemporâneo e pelo tecno, o público acompanhou apresentações que dominaram as redes sociais.
Uma das atrações mais aguardadas da noite, a rapper Júlia Costa, conhecida como Ajuliacosta ou Aju, subiu ao palco Kabana Nego Gerson com um show que confirmou a força de seu nome na cena urbana. Natural de Mogi das Cruzes, SP, a artista levou o público ao coro com sucessos como “Você Vai Gostar” e “Dharma”, em uma apresentação marcada por presença de palco e conexão com a plateia.
No cenário da música regional, o destaque ficou por conta de Wanderley Andrade, que transformou o palco Rio Vibrador em uma grande festa de brega paraense. Conhecido como “o traficante do amor”, o cantor embalou o público com seus principais sucessos e protagonizou um dos momentos mais comentados do festival ao encerrar o show cantando em cima de um banheiro químico, cena que rapidamente viralizou nas redes sociais.
A headliner da noite, Marina Sena, encerrou a programação com um show de cerca de uma hora e meia, apresentando as faixas do projeto “Coisas Naturais”. A cantora entregou uma performance elogiada pelo público e fez questão de exaltar a energia da plateia paraense, afirmando que é a melhor do país. O tecno paraense também marcou presença e foi um dos pontos altos da noite. Do lado de fora do Mangueirão, no espaço Karrocinha, o DJ Lorran agitou o público logo na entrada do evento, aquecendo a pista desde as primeiras batidas.
Fonte: oliberal.com
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